Estes são os 10 remédios que podem destruir seus rins ? e ninguém nunca avisou você


Já escrevemos várias matérias sobre os malefícios que os remédios convencionais causam ao nosso organismo.

 

Infelizmente, mudar essa realidade não é tarefa fácil.

 

As pessoas buscam praticidade e um retorno quase imediato dos tratamentos, o que não costuma acontecer com a maioria dos remédios caseiros.

 

Apesar disso, a alternativa natural é, sem dúvida, a melhor opção para quem não objetiva apenas a cura da doença, mas valoriza a saúde integral do corpo.

 

Por que estamos dizendo isso?

 

Para quem não sabe, essas drogas farmacêuticas causam dependência e muitos efeitos colaterais.

 

Ou seja, se você se automedica e corre para a primeira farmácia quando sente alguma dorzinha ou desconforto,  melhor tomar cuidado!

 

Neste post, você vai ver uma lista de medicamentos comuns, mas que são altamente agressivos aos rins.

 

E lembre-se: remédio não é alimento.

 

Todas as drogas citadas aqui têm efeitos colaterais (como problemas renais) e só devem ser consumidas sob a prescrição do seu médico.

 

Veja:

 

 

 

1. Antibióticos: Vancomicina, sulfonamida, ciprofloxacina e meticilina.

 

2. Analgésicos: Acetominofeno, aspirina, ibuprofeno, naproxeno.

 

3.Inibidores da COX-2: celecoxib (marca Celebrex), valdecoxib (marca Bextra), rofecoxib (nome comercial Vioxx).

 

4. Remédios para azia: Omeprazol, pantoprazol, rabeprazol, esomeprazol, lansoprazol.

 

5. Medicamentos antivirais: Aciclovir, tenofovir e indinavir.

 

6. Medicamentos para a pressão arterial elevada: captopril.

 

7. Medicamentos para artrite reumatoide:  cloroquina e hidroxicloroquina, infliximab.

 

8. Medicamento para transtorno bipolar: Lítio.

 

9. Anticonvulsivantes: Fenitoína, trimetadiona.

 

10. Quimioterápicos: Mitomicina C, ciclosporina, tacrolimus, interferon, pamidronato, cisplatina, bevacizumab, quinina, bem como propiltiouracil, que é usado para tratar o hipertiroidismo

 

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

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