Milium: O que são essas bolinhas brancas no rosto e como eliminá-las!


Sabe aquelas bolinhas brancas que aparecem na pele, muito comum em recém-nascidos e na pele da região dos olhos? Apesar de serem visualmente semelhantes às acnes, essas lesões cutâneas tem origens diferentes e recebem o nome de milium.

Difícil de eliminar, o milium traz desconforto estético, pois além de surgir no rosto, ainda apresenta volume, o que o torna praticamente impossível de esconder com maquiagem.

 

Se você sofre com a presença dos miliuns no rosto, descubra neste post o que causa essas lesões e quais as melhores formas de tratamento. Confira!

O que é milium?

O milium é um cisto epidérmico localizado na camada mais superficial da pele. Ao contrário do que muita gente pensa, ele não é constituído de sebo e sim de queratina, proteína que constitui a pele.

 

São lesões pequenas, em formato de bolinhas amareladas ou esbranquiçadas, geralmente localizadas no rosto, sobretudo ao redor dos olhos, mas podem aparecer em qualquer parte do corpo. Muitas vezes, são confundidas – erroneamente – com acnes.

 

Podem ser de dois tipos: primário ou secundário. Os miliuns primários são os que aparecem em recém-nascidos, no rosto, em especial no nariz. Acomete cerca de 50% dos bebês e desaparecem naturalmente após alguns dias.

Já os miliuns secundários podem ser encontrados em qualquer parte do corpo e se manifestar em qualquer idade. Surgem espontaneamente, por tendência genética, após traumas ou em decorrência de doenças de pele.

 

O que causa o milium?

O milium resulta da proliferação de células da epiderme dentro da derme, fazendo com que a pele morta fique presa em pequenas bolsas na superfície da cútis.

Essa proliferação pode ocorrer devido a uma tendência genética ou pelo processo de cicatrização. Por isso essas lesões podem surgir em cicatrizes, queimaduras ou após procedimentos estéticos de dermoabrasão e laser.

 

Eles podem ser únicos ou múltiplos, aparecendo em diversas regiões da pele. Não provocam dor nem coceira e são totalmente benignos. No entanto, podem crescer bastante e causar muito incômodo estético.

Diagnóstico e tratamentos

O diagnóstico do milium é feito através de análise clínica e visual realizada por um dermatologista e não requer nenhum tipo de exame.

 

Ele pode ser tratado de diversas formas, mas a que mais se destaca é a remoção cirúrgica feita por um dermatologista com uma agulha apropriada para este tipo de tratamento. O procedimento é simples e rápido e não apresenta riscos ou complicações.

 

Além disso, o milium pode ser tratado através de procedimentos estéticos como esfoliações, peeling de cristal ou diamante, peelings químicos, laser ou CO2. Alguns ácidos também podem ser utilizados no tratamento destas lesões, como o retinóico, por exemplo.

 

Realizar a limpeza de pele diariamente e fazer esfoliação uma vez por semana são hábitos que contribuem para o tratamento do milium e também evita o aparecimento de novas lesões.

Independente do tratamento, é importante que ele seja feito por um dermatologista e nunca pelo paciente em casa. Nunca tente remover um milium espremendo-o como uma espinha e nem com agulhas, pois pode machucar a pele e até causar uma infecção.

 

É importante salientar que o tratamento do milium é opcional, já que ele não traz prejuízos para a saúde. No entanto, para algumas mulheres, removê-los e ter uma pele mais lisa e uniforme afeta positivamente sua autoestima, o que é muito importante.

 

Você tem milium? Faz algum tratamento para removê-los? Tem alguma dica para compartilhar com a gente? Compartilhe!

 

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